Voltei a doer
em ti,
em nós.
Que estamos a arder,
sem paz,
à sós.
Sem reconhecer
os sons,
a voz.
E ao desvanecer
a luz
dos sóis.
Que pro teu prazer
brilhou
em nós.
Agora não vê
que os meus
lençóis.
Escondiam a dor
sem cor
e atróz.
Da luz clara dos
nossos
faróis.
Sempre a procurar
alguém
veloz.
Pronto a oferecer
carona
à nós.
Indo-nos levar
à outro lugar
bem longe daqui.
mariana andrade*
P.S.: E então, queridos, como vão vocês? Bem? Espero que sim. Quase eu não posto essas palavrinhas.. eu pensava não ter nada pronto, e então lembrei-me deste. Simples, mas eu achei até bonzinho. O que acham? Quero a opinião de vocês, amores, que tem me feito crescer em demasia. Obrigada pela visita de cada um que frequenta aqui, independente de comentários respondidos ou não. Adoro cada um que leio, e fico extremamente feliz com suas visitinhas. Beijo grande, até outro dia, mari.



