Mostrando postagens com marcador Sorriso torto.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sorriso torto.. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

A volta.

Se "todo dia de manhã
é nostalgia das besteiras
que fizemos ontem",
tem dia todo o dia,
manhã o dia inteiro,
besteira a cada noite,
nostalgia permanente.
tem ontem também, sempre.
e noite, será que tem?
porque sempre gostei mais dela.
sempre fui lua.
sol já não lembro
se também o fui.
será que ainda tem tempo
de ter também madrugada?
porque madrugada é fria,
e não quero mais calor.
já ardi demais.
já queimei demais.
e o calor me fez derreter.
derreti demais.
derreti inteira.
e fraca fiquei,
e frágil fiquei.
agora é tarde.
são 4 da tarde.
eu senti madrugada,
eu fui madrugada.
de dor sobrou nada,
e a lua sorriu.

mariana andrade*

sábado, 19 de dezembro de 2009

Maior tesouro é você.


Oi, gente bonita aheuae. O texto a seguir foi escrito por um amiguinho meu, Neto Lima (nome artistico, né? hauahe). Geente, vocês não imaginam o quanto ele é talentoso! Se ele permitir, ainda vou postar uns poemas dele aqui.. se ele me ensinar a colocar melodia nos meus (y) hehe. Bom, aí embaixo é, na realidade, uma músiquinha, muito linda, por sinal. Espero que gostem.


É como ser um pássaro no alto de precipício
com vontade de voar até o fim do céu,
mas com medo da altura.

Vou correr ao por do sol,
pra tentar chegar ao céu,
atravessando todo mar,
tendo você como esperança,

E nas estrelas vou guiar esse sentimento
enquanto há tempo,
e ao chegar na beira do mar,
vi a semelhança dos teus olhos a brilhar,

E quanto te encontrei,
o maior tesouro revelei,
sabendo por tudo que passei,
por teu amor me recompensei.

hoje é neto lima*

P.S.: Eu to querendo mudar o lay daqui, mas continuar com algo simples, sem muitos detalhes. Alguém aí sabe um site legal pra eu pegar?? Obrigada (:

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

AVISO

Olá, meus queridos.
Uma notícia boa pra vocês :D Meu afastamento do blog se deu devido a alguns problemas em minha casa. Sabe quando as coisas ruins esperam um certo momento e acontecem todas de uma só vez? Bom, acho que foi isso o que aconteceu.
Mas os problemas estão sendo resolvidos, aos poucos. E creio que farei um novo post amanhã ou domingo.
Só estou desde terça sem postar e já estava morrendo de saudades aauehuahea

Então, blogueiros queridos, até breve ;)

beijo enorme da Mari :*

segunda-feira, 30 de novembro de 2009


Pássaro quebrou as asas;
ou esqueceu como voar.
Mas pássaro é sempre pássaro.
Sempre se perde no ar.
Pássaro pode cair,
sem, no final, sentir dor.
Pássaro pode sentir
e depois cantar seu amor.
Pássaro sabe amar.
Sabe também desamar.
Pássaro provou da dor.
Pássaro é feito de cor.
Pássaro é arco-iris.
Pássaro é água de mar.
Pássaro pode escapar.
Pássaro é frágil e forte.
Pássaro conhece o céu,
já esteve perto da morte.
Pássaro foi baleado
e não conseguiu levantar.
Mas pássaro é sempre pássaro.


e sempre torna a decolar.

mariana andrade*

P.S: Gente, vocês com certeza já visitaram o Sacudindo Palavras(http://ericaferro.blogspot.com/) , da minha Ericona querida (: o caso é que ela tá concorrendo por "blog do ano" e "blogueira do ano" no blorkutando, e pediu lá no blog dela que a gente divulgasse. o link é http://www.orkut.com.br/Main#CommPolls?cmm=60772101 vão lá e votem muuuito pra gata aí ganhaar HAHA boa sorte, erica ;)

beijos da mari ;*

domingo, 15 de novembro de 2009

fim do primeiro ato.



Passou.
Vermelho-vida
ao preto-morte.
Mudou.
Ficou mais forte.
Como o olhar
que te dirijo.
Olhe pra mim.
Volte a olhar pra cá.
Da morte à vida.
Sem vice-versa
Sem reticências,
sem o exitar
deste meu pulsar
que foi indo embora
em uma dessas noites
do mês de novembro.
Hora já não lembro.
Mas quase terminou.
Ponteiro parou.
Tic- tac surdo
se misturou
à minha voz que grita.
Está findando o mês.
O ano também.
Acabou o novo?
Acabou o 9?
E tudo aquilo sobre renovar?
Passou o 11.
Voltou o 0 (zero).
Já deu meia-noite.
Não fechei os olhos.
Fiz um outro fim.

Ciclo novo.
Circo sem fim.
Ato 2.

mariana andrade*

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Sexta-feira, 13 de novembro.

Hoje fui mente.
Sem precisar mentir.
Hoje conjulguei todos os verbos existentes.
e os que inexistem também.
Hoje fui som.
E me senti poesia.
Hoje fui luz.
Hoje fui cor.
Hoje não fui dor.
Nem as rimas comuns desta.
Hoje fui minha.
Totalmente minha.
Ao mesmo tempo que saía do meu corpo.
Perambulei como alma.
Como espirito invisivel.
E, mesmo assim, pudeste ver.
Hoje fui a ordem.
Fui a lei.
Mas também a fuga.
E alguém me viu fugindo.
Estavas na porta.
A viste se abrindo.
E de lá saí eu.
Olhei para ti.
Olhei para mim.
Saí andando.
Mais tranquila impossivel.
E fui coragem.
Fui.
Hoje fui.

mariana andrade*

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

AVISO

genteee, peço que continuem comentando no texto abaixo (amanhã posto um novo), mas gostaria de deixar-lhes cientes de que a bê liiinda (http://www.escrevoenfim.blogspot.com/) me chamou pra participar de um blog em conjunto. o nome dele foi inspirado em um post meu, lindo né? aehuae
Então visitem o RETICENCIO-ME e me digam o que acharam, ok?


beijos à todos e até amanhã ;*

mariana andrade.

sábado, 24 de outubro de 2009

Volta. Volta!


Está de volta
a minha revolta
que vai e vem
por tudo aquilo que não volta.
Veio de volta
a minha revolta
e com a vida
se revoltou.
Volta.
Revolta.
Torna a revoltar.
Vai quebrando o vidro
e volta juntando os cacos
que vão ficando pelo caminho
e voltam bem encolhidos
nas palmas das minhas mãos.
Dançam e cantam
Cantam e dançam
canções pela paz
pela minha paz.
Volta, revolta!
Por favor volta!
para que a ficha caia
e eu pare de fingir
que de algo adiantou a canção da paz.
Paz que só chegará
se algum dia a revolta voltar.
Pois é quando esta voltar
que a tal paz reconstruirá
todos os castelos
que, revoltados,
partiram-se ao meio
sem me consultar.
Agora, me devolve a boa metade.
Chega da minha revolta,
que, por sua vez,
tornou-se quase felicidade.

mariana andrade*

domingo, 18 de outubro de 2009

mais e mais. muito mais.



FELICIDADE.
sempre me perguntei quando ela chegaria.
e também como se manifestaria.
pensava se ela viria
por pensamentos
por palavras
ou mesmo por ações.
o que sempre foi mais provável pra mim.
agora a pergunta é outra.
tento saber o motivo pelo qual
eu nunca imaginei
que ela chegaria pelos três caminhos.
ao mesmo tempo.
e com tamanha intensidade.
mas ela veio.
e o lugar onde parou
ainda guarda aquele cheiro
e também o gosto
de quero-mais.


quero muito mais.
mariana andrade*

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Ai, ai (meu doce clímax).


Eu costumava sincronizar tudo.
Eram olhos, braços, pernas, mãos.
E todas as partes do corpo deveriam estar com o mesmo ritmo.
Mas não agora.
Principalmente pelo fato de os planejamentos
serem apenas vagas idéias.
Não havia nada certo.
Mas se não havia certo, poderia algo ser errado, então?
Juro que não pensei nisso na hora,
mas foi o que me consolou depois,
já que a minha tal força de vontade
não era tão forte assim.
Mas, agora lhe digo,
que bom que ela falhou.
Falhou para que eu pudesse dar valor,
pelo menos por um momento,
à essas veias.
Um momento, dois, três.
E quantos quiserem aparecer.
Porque agora já foi feito.
E foi bom.
Bom demais.
O melhor.

preciso dizer mais alguma coisa?

mariana andrade*

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Depois de tudo. (recomeço)


mel.
restou mel.
e eu o misturei
com o meu amargor.
agora sim.
no ponto certo.
fiquei com o doce.
aquele doce.
do qual eu falei que tinha saudades.
agora o possuo.
e o deixo possuir-me.
coisa rara, aliás.
pois há muito
ele tentava alcançar-me.
e, quem diria,
depois de tudo isso
ele pôde ao menos encostar em mim.
não sei o que sentiu, é bem verdade.
talvez frio.
ou simplesmente medo de dirigir-me a palavra.
mas o doce foi corajoso o bastante.
ou talvez este meu veneno o tenha emprestado um pouco de coragem.
sim, agora sim.
coragem, veneno, sorrisos.
e o doce.
que escorre lentamente.
agora sim.

parágrafo 1.

mariana andrade*

terça-feira, 29 de setembro de 2009


Abri as janelas de vidro fosco esperando que o ar pudesse entrar. Quem sabe assim minha respiração voltasse, não é mesmo? Quem sabe, depois de ficar presa em meu mundo que, varia de preto a cor de rosa, eu não pudesse levantar a cabeça e deixar meus cabelos voarem...
Mas o tempo estava parado, não havia rastro de atmosfera que suprisse as necessidades deste pulmão cansado. Sim, cansado de arrancar ar de frestas quaisquer. De quem seria a culpa pelo fato de o vento não me obrigar mais a fechar os olhos?
Porque, se não me falha a memória, há pouco tempo atrás, a brisa era tão intensa que carregava consigo tudo o que cruzava o seu caminho. Eram pedaços de vidro-coração cobertos inteiramente pelas gotas de lágrimas-chuva que os alcançavam sem pedir permissão.
Lembro-me que a falta da tal permissão me trouxe problemas. Retirou o chão que eu tinha como base e fez meu corpo ir cedendo ao vácuo.
Eu apenas caía, mas nunca chegava ao fundo.
Não havia fundo, afinal.
E eu nem percebia o que era aquilo.



Há pouco, provei da infinitude, mas a perdi por entre os dedos de minhas mãos, simplesmente por não tê-la reconhecido.



mariana andrade*

segunda-feira, 28 de setembro de 2009


Perguntei ao senhor tempo se eu teria chuva a qualquer hora, e se em qualquer fim de tarde eu poderia enxergar o pôr do sol.
Perguntei-lhe se meus arco-íris poderiam conter mais de 10 cores, e também lhe fiz pensar sobre a possibilidade de ver um agora, a esta hora da madrugada.
Desejei intensamente provar do néctar de uma destas flores que desenhei na parede, ou poderia ele escorrer lentamente por estes lábios sedentos, mesmo que eu já houvesse adormecido?
E questionei também se o frenético piscar dos meus olhos era por nervosismo, ou aquelas pálpebras desejavam apenas dançar ao som da canção que entrava pela fechadura da porta.
Mas nem o senhor tempo, nem a vida, nem mesmo o tic-tac do relógio me ofereceram uma resposta à altura.
Isso não quer dizer que eu mesma não o tenha descoberto, porém.


Porque agora sai luz dos meus olhos, sinto o mel doce e envenenado em minha boca e as cores tomaram o céu noturno, que insiste em dialogar comigo sobre o significado da palavra realização...



mariana andrade*

domingo, 6 de setembro de 2009

Pra que lado?


Eu quis a descida e a subida ao mesmo tempo, então perdi o controle dos passos. Já não havia ida nem volta, apenas a dúvida. Eu estava parada entre dois extremos. Logo eu que sempre soube para onde ir. Logo eu que passei a vida inteira dando dicas, hoje choro por não ter o controle de mim mesma.
Foi por achar que eu era segura demais, consciente demais que acabei me tornando uma cópia mal feita de tudo aquilo que eu havia rejeitado. Sim, passei a ser o que eu mesma condenei. E nem tenho o direito de julgar o que seria certo ou errado.
Quis fingir que sou, de fato, forte, mas falhei, como na maioria das vezes. E, mesmo tendo passado o dia inteiro com o sorriso à mostra, ao fechar os olhos, eu desabei. Com os olhos fechados eu enxerguei o que havia lá dentro, e me assustei com o que vi.
Não, eu não possuo toda a verdade em minhas mãos. Para ser sincera, não tenho nem mesmo a metade dela. Nem sei se ainda consigo ser sincera comigo mesma. E aquela coisa estranha ainda continua me arrepiando a espinha.
Cá estou eu, com os olhos inchados, as unhas roídas e o coração em pedaços.

Alguém faria o favor de me esconder?

OBS.: Escrevi isso de madrugada, mas tive uma pequena surpresa quando acordei. As coisas realmente melhoraram. Vai passar, agora eu sei que vai.

mariana andrade*

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Brincando, brincando...



É assim que as coisas acontecem. Na primeira vez você brinca com o fogo, na segunda ele revida e na terceira te queima por inteiro.


Ele não tem dó, nem piedade. Não sente, não crê. Mas existe. E, se existe, deve ser reconhecido. Apenas reconhecido, porém. Temer não é a melhor maneira de acabar com o seu medo. Enfrente-o, e sinta o quão prazerosa é a sensação de ser, de fato, vencedor.


Mas se você não parar de perder, não iluda-se com a idéia da que a prática mudará alguma coisa. Não, o que ainda pode fazer a diferença é a FÉ, e, se ela for grande, a sua FORÇA DE VONTADE.


Sim, você brinca com o fogo e ele brinca com você;

Mas há apenas um vencedor.


Faça suas apostas.





mariana andrade*

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Make me happy!


Quando se é feliz, não significa que o céu será sempre sem tempestades, que os caminhos não terão acidentes, os trabalhos sem fadiga, os relacionamentos sem decepções. Não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições com as tribulações. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida na esperança da glória, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de inverno.
Ser feliz é atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontra um manancial no profundo de sua alma. É agradecer pelo milagre da vida e da salvação. Ser feliz é não ter medo dos seus próprios sentimentos, é saber falar de si mesmo e continuar tendo coragem, apesar das respostas negativas. É ter segurança para receber uma critica, mesmo que ela seja injusta.
Ser feliz é deixar viver a criança – livre, alegre e simples – que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar “errei”, ousadia para dizer “me perdoe”, sensibilidade para expressar “preciso de você...”, capacidade de dizer “eu te amo”. Então desejo que a vida se torne um canteiro de oportunidades para você ser verdadeiramente feliz – como, apesar de tudo, eu sou -. E se errar, recomece tudo de novo, pois assim você será cada vez mais abençoado e descobrirá que...
Ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas usar nossas lágrimas para irrigar a tolerância, usar as pedras para refinar a paciência, usar as falhas para esculpir a serenidade, usar os obstáculos para abrir as janelas da fé!
Obs.: Aaai, como eu amo terça-feira, me deixa tão feliz...



mariana andrade*

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

O Grande Livro.


Demora algum tempo para aprendermos o que é a realidade. Pra falar a verdade, nem sei se um dia realmente aprendemos. Mas às vezes é melhor acreditar, mesmo que não exista, mesmo que não passe de um pensamento bobo, é sempre bom ter um motivo, uma fé, algo que te mantenha vivo.
A vida não é como aquelas historinhas bestas que a gente lê nos livros, não, aquilo não passa de ilusão. É que as coisas ficam bem mais fáceis quando arranjamos um local para se esconder. Um mundo imaginário, o nosso próprio mundo, e de mais ninguém. Um lugar pra onde a gente possa correr quando as coisas não estão indo bem. Um local de descanso, de harmonia.
O problema é que a vida é especialista em pregar peças. Quero dizer, nem sempre lembramos onde está a chave do mundo imaginário, de vez em quando ela cria pernas e se perde, se esconde em uma passagem secreta, em um lugar onde nunca procuraríamos.
É fácil escrever sobre o que não existe, é fácil criar metáforas, mesmo que não pareça. Há coisas que, à primeira vista, parecem piores do que realmente são. E temos medo. Medo de arriscar, e, na maioria das vezes, medo de ser feliz.
Levar a vida é como escrever um livro, O Grande Livro. Há quedas, pausas, erros, confusão, mudança, segredos, e, no final, a mais importante descoberta. O destino, o maior segredo, que, uma hora ou outra, deve ser revelado.

OBS: eu já tinha publicado isso há algum tempo atrás, mas resolvi colocar de novo, devido ao momento. sonhos coloridos para vocês ;*



mariana andrade*

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Que vai além,


Sentimento que me tira do deserto, que vence todas as barreiras. Ser cuja essência é o amor. Ele não tem amor, Ele realmente é amor.

Deus, o único e verdadeiro. Aquele que me dá vida, que me tira do pecado. Aquele que está sempre comigo, apesar dos meus erros.

Deus de tamanha misericórdia, a ponto de ter enviado seu único filho, Jesus Cristo, pra morrer por mim e me conduzir à Salvação.

Deus que faz da rocha água brotar, Deus de promessas, Deus de milagres.

Fonte de vida, amor que vai além.


Além do céu.

segunda-feira, 11 de maio de 2009