quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

flor(ida).

no auge do teu lirismo
me sinto cantiga
cantada, escolhida
(sorrida ou sofrida?).

recebo poesia
em caixa sem laço
tem plástico? rasgo
teu traço? folia.

o verso amador
(revelador?)
revela a dor:
falta tempo
sobra tato.

floreio, sorrio
e florida
me entrego rosa, lírio
lírica?

rimas
rio mares
a maré do teu riso me guia.

volto ao início:
na voz desse ir e vir
sou cantiga.

3 comentários:

Lucas Hage disse...

Revelas em letras a flor que carregas: lirismo, poesia, tato, cantigas. Revelo aqui meu apreço. Tens um leitor em caixa sem laço. Lindo escrito.

Elisangela Andrade Bogéa disse...

Você escreve com a alma. Te amo

Elisangela Andrade Bogéa disse...

Você escreve com a alma. Te amo