sexta-feira, 12 de novembro de 2010

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Há constantes inconstâncias
nas sofreguidões tranquilas
das quais eu tomo nota;
Numa hora o que se é
noutra hora o que se tem
ou o que vai e não tem volta;
É que quem enxerga além
do mais profundo de si
não aguenta o peso inteiro;
Dá trabalho isso tudo
de render-se e acostumar-se
a esse viver traiçoeiro.


mariana andrade.

Um comentário:

Quareesma disse...

eu tô precisando de um óculos, pois não vejo nem a mim quanto mais além .-.

beijas, mari :*