sábado, 8 de agosto de 2009

TUDO DE UMA VEZ.

Foi naquela noite que as palavras começaram a fazer verdadeiro sentido para mim. Sim, foi naquela noite que eu decidi, quase obrigada, se queria abrir a porta da direita ou a da esquerda. “Não tem nenhuma porta que vá pelo meio”, era o que eu repetia a todo instante.
Uma noite. Apenas aquela noite, que passava lentamente pela tela do computador. Eu podia enxergar através daquela máquina. Pena não ser tão boa observadora das pessoas com quem eu falava.
Tantas coisas acontecem em 24 horas... sorrisos, lágrimas, alegrias, frustrações, confusões e esclarecimento. E é tudo junto e misturado, tudo acontecendo de uma só vez. Sem dar tempo ao tempo, mas seguindo seu próprio relógio interior. Todos devem ter um, afinal, é ele quem lhe mostra a hora certa. Ontem, mais ou menos há duas horas atrás, eu digitei algo do tipo: “ mas a hora certa pode demorar para chegar”. De fato, às vezes ela demora.
E a cada segundo marcado, uma expectativa. A cada expectativa, um desejo incontrolável. Desejo de possuir tudo o que sonha, e de sonhar com tudo o que possui. É, a cada segundo uma nova música, que chega só para te fazer lembrar do que amas, ou do que afirmas odiar.
Um semana parece ser um mês, e também um só dia se tornou um ano inteiro. Aaah, mas muitas coisas ainda estão por vir. Há textos para publicar, músicas para cantar, lágrimas para chorar, alegrias para compartilhar, sonhos para realizar... e também há olhos para observar tudo e todos à sua volta e adicionar mais perguntas à essa nossa vidinha parada.
Ainda está presente o ‘ESPERAR’, ainda chegará o ‘PROSSEGUIR’. Não, ele não chegará, pois já está aqui. Está em todas as noites em que me deito e em todas as manhãs que eu me levanto. Está em todas as vezes que eu abro meus braços e agradeço à Deus por nada (mas também por tudo).
E continuo exercitando minha mente para não esquecer daquelas pequenas palavrinhas que me fizeram escrever todas estas outras. Sim, foram apenas palavras. E eu não pude dividi-las em funções sintáticas (como meu professor de Português fez nesta tarde). Não, eu estava atordoada demais para isso. Atordoada e feliz, na realidade.
E não importa mais nada, apenas que eu continue sorrindo e fazendo os outros sorrirem também. Porque há muito nesse mundo, e é preciso digerir tudo isso de uma vez por todas.

OBS.: Escrevi isso 1 hora da manhã. Eu chorava e sorria ao mesmo tempo. Vocês me entendem?


mariana andrade*

5 comentários:

     › Daniela a. ♥ ~ disse...

Caaaarã que lindo , mesmo mesmo amei *-*
parabéns pelo blog , e obrigada por elogiar o meu.
tô seguindo tbn ok ? ;*

bjs!

www.brunamesquita.blogger.com disse...

vc sabe que eu amo o blogger

collectors of emotions disse...

Muito lindo o texto, sorri chorando, é uma coisa estranha, mas compreensivel, nem tão bom, nem tão mau, o tempo demora as vezes, isso é coisa de momento, adoro seu blog *-*

Ester Augusta. disse...

É as vezes a vida faz isso com agente, derrama tudo de um vez só em nossas costas, mas olha ela não derrama mas do que nós podemos aguentar viu.
Lindo seu texto viu.
Oin seu blog também tá MUITO lindo, vou seguir :*

Mariana Andrade. disse...

meninaaaaaas, obrigadinha pelos coments, beijos ;*